15 de jun de 2008

Um dia de Zileide

Tem dias em que a gente pensa: “não deveria ter saído da cama hoje!”. É um dia de Zileide. Dia em que, independente do que a gente faça, “tudo” dá errado. O transito engarrafa e o atraso ao trabalho é inevitável. O chefe, quando não pergunta o que houve, olha com aquele olhar de “esse preguiçoso não tem jeito, mas pelo que ele faz e ganha, ruim com ele, pior sem ele...”. Os colegas de equipe ironizam: “Boa tarde!”, “Furou o pneu do trem?”, “Mora mal, hein?”. A gente devolve os olhares com amareladas desculpas, doido para que eles não leiam nossos pensamentos de ódio. Quase na hora do almoço, toca o telefone, certamente algum “pepino” para resolver que não pode esperar e toma boa parte do tempo; a comida, já dá pra imaginar, não vai bater bem. Depois do almoço, uma importantíssima apresentação de trabalho aos clientes, sob nossa responsabilidade. Se o dia poderia piorar, piora: falha na sincronia da equipe, falhas nos equipamentos, uma após a outra, a gente fica perdido, quicando por dentro, tentando fingir que está tudo sob controle, embora nossos olhos (de novo o olhar!) insistam em nos trair. Parece não ter fim. Mas tem. Finda a apresentação, nos despedimos com um cordial agradecimento pela atenção e um boa tarde, da boca para fora, claro, fechando de vez o semblante e arrumando as coisas para ir embora, com uma única certeza: nada como um dia após o outro...

Quem nunca teve seu dia de Zileide que atire a primeira pedra!

Beijing, Beijing... Pequim! Dando nome aos bois.

Já vi pelo menos duas grandes empresas se referindo aos jogos olímpicos de BEIJING 2008 em suas respectivas propagandas na TV. Pronunciam Beijing pra lá, Beijing pra cá...

Segundo pesquisei (sim, na dúvida sempre faço isso para evitar gafes!), tanto faz escrever Pequim ou Beijing, o lugar é o mesmo; mas ao falar, meus caros, o correto é Pequim.

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