21 de dez de 2009

Adeus, Brittany!

Fiquei surpreso e triste com a partida precoce de uma de minhas atrizes favoritas, a bela e talentosa Brittany Murphy. Que ela fique bem, onde quer que esteja. A mim, restarao seus filmes, cheios daquele olhar de "gatinha perdida*"...


(*) Li a expressão em algum lugar, mas não lembro onde. Só sei que é perfeita para descrever o olhar da moça.

3 de dez de 2009

Melhores do ano: Prêmio da Categoria "O pior cego" vai para...


Melhores do ano

Este blog inaugura, agora, sua premiação anual dos destaques do ano. Ou dos últimos anos, quem sabe.

Iniciamos com a categoria "O pior cego". Muitos são os candidatos, mas o troféu vai para os eleitores do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, e de seu bando.

Ele, J.R.A., deu todos os sinais de não ser confiável:

1) Quando ocupou o cargo de secretário de obras do Distrito Federal foi "um dos responsáveis pela execução do metrô de Brasília, que tempos depois teria sua obra embargada por suspeitas de irregularidades". A obra começou em 1992, mas a inauguração só ocorreu em 2001.

2) Negou, mas depois admitiu a culpa, no Escândalo da violação do painel eletrônico do Senado Federal, em 2001, já como Senador. "No início negou a acusação com um incisivo discurso na tribuna no Senado, mas dias depois voltou à mesma tribuna, encurralado, para admitir a culpa, e depois para renunciar ao cargo, evitando assim o processo de cassação do seu mandato, que poderia torná-lo inelegível por aproximadamente 9 anos". Ou seja, um dissimulado. Porém, pouco mais de um ano e meio após os escândalos, foi candidato a deputado federal, "tendo sido eleito o mais votado do Distrito Federal e o mais votado do país em termos proporcionais".

3) Em 2006 Arruda foi de pré-candidato a candidato de seu partido ao governo do Distrito Federal, numa manobra política "de mestre", manobra esta que "gerou muita especulação da imprensa, inclusive sobre acordos escusos entre Arruda e Paulo Octávio, o candidato a vice. Foi eleito governador, com pouco mais de 50% dos votos válidos".

4) Já está no seu quarto partido:
Senador em 1994 pelo PP;
Foi para o PSDB em 1995, do onde foi afastado em 2001;
Filiou-se, então, ao PFL;
No momento, está no DEM.

Mas mesmo assim, seus eleitores confiaram nele.

Agora, é o protagonista no escândalo do "mensalão do DEM", uma rede de corrupção montada no governo anterior ao dele, mas da qual ele, segundo evidências gravadas e exibidas na imprensa, se beneficiou. Logicamente, nega as acusações (mas no "escândalo do painel do Senado" ele também havia negado, e depois assumido sua participação).

Além disso, teria ameaçado seu atual partido, o DEM, caso este se voltasse contra ele no caso do "mensalão". Em outras, palavras, um chantagista. Se ele se diz inocente, e sabe de alguma atividade ilícita dos políticos do seu partido, deveria defender o interesse de seus eleitores, antes de tudo.

Seria injustiça, portanto, deixar de premiar os eleitores deste senador e de seu bando com o troféu "O pior cego". O prêmio é merecido!

Fonte: Wikipedia e imprensa em geral

24 de nov de 2009

Gratidão - uma parte dO Segredo

Recebi de um amigo por e-mail. É um ponto de vista muito interessante e positivo.

"Sou grato...

À minha mulher,
por dizer que teremos cachorro-quente ao jantar, porque ela está em casa comigo e não com algum outro não sei onde!

Ao meu marido,
esparramado no sofa como um purê de batata, porque ele está comigo e não em algum boteco...

À adolescente lá de casa,
que está reclamando por ter que lavar a louça, porque isso significa que está em casa, e não nas ruas...

Pelas broncas do chefe,
pois isto significa que estou empregado...

Pela bagunça que restou depois da festa,
porque isto significa que estive rodeado de amigos...

Pelas roupas que estão ficando apertadas,
porque isso significa que tenho mais que o suficiente para comer...

Pela minha sombra que me observa em ação,
porque isso significa que estou fora, ao sol...

Pela grama que precisa ser cortada, pelas janelas que precisam ser limpas e pelas calhas que preciso consertar,
porque isso significa que tenho uma casa...

Por todas as queixas que ouço contra o governo,
porque isso significa que temos liberdade de expressão...

Pela vaga que achei bem no final do estacionamento,
porque isso significa que posso caminhar e que tenho meio de transporte...

Pela conta monstruosa de energia que pago,
porque isso significa que estou sempre confortável...

Pela senhora desafinada que canta atrás de mim na igreja,
porque isso significa que posso ouvir...

Pela pilha de roupas para lavar e passar,
porque isso significa que tenho roupa para vestir...

Pelo cansaço e músculos doloridos ao final do dia,
porque isso significa que fui capaz de dar duro o dia inteiro...

Pelo alarme que desligo pela manhã,
Porque isso significa que continuo vivo...

Sou grato pelos aloprados que são meus colegas de trabalho,
porque tornam o trabalho interessante e divertido...

E, finalmente, por receber e-mails demais,
pois isso significa que um monte de amigos pensa em mim!

Mande isto para quem você gosta, como eu fiz!

Viva bem, ria sempre e ame com todo o seu coração!"

Minha ressalva: Se gostar realmente daqueles para quem você vai mandar a mensagem, apague todos os endereços de e-mails do corpo da mensagem, e coloque os SEUS contatos no campo CCO. Quem ama, usa o CCO!

15ª PRIMAVERA DOS LIVROS - Rio de Janeiro


A 15ª Primavera dos Livros acontece de 26 a 29 de novembro, e tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, tradicional parceira do evento.

Este ano, o tema do encontro dos editores independentes é a literatura de Cordel, em homenagem ao centenário de nascimento do poeta e cordelista cearense Patativa do Assaré. Realização da Libre - Liga Brasileira de Editoras, a Primavera dos Livros Rio de Janeiro 2009 vai ocupar o jardins do Museu da República, das 10h às 22h, com lançamentos, atividades para crianças, uma programação especial para professores e profissionais do mercado editorial, e venda de livros com até 40% de desconto. Em cerca de 90 estandes, os editores estarão presentes para trocar ideias com o público. A entrada é gratuita.

15ª Primavera dos Livros
26 a 29 de novembro de 2009 (dia 26, a partir das 18 horas)
Jardins do Museu da República
Rua do Catete, 153 - RJ
Das 10h às 22h
Entrada gratuita

Projeto Papai Noel dos Correios - 2009

O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

Além de estimular a redação de cartas manuscritas pelas crianças, o projeto visa atender aos pedidos de presentes de Natal de crianças em situação de vulnerabilidade social, estimular o voluntariado dentro e fora da empresa e incentivar a solidariedade dos empregados e da sociedade.

O destinatário do projeto é a criança de até 10 anos que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las (as cartas). Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Para adoção é feita uma triagem, sendo prioridade as cartas escritas por crianças que não tenham sido contempladas com presentes no ano passado, que contenham pedidos de brinquedos e que indiquem condição socioeconômica familiar condizente com o projeto. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Participarão do projeto as cartas recebidas até 5/12/2009. Todos os esforços serão feitos pelos Correios para que tanto os presentes doados quanto as respostas às cartas das crianças sejam entregues até o dia do Natal.

Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com a “Casa do Papai Noel” de sua região (clique aqui).

O projeto não possui caráter político, religioso, partidário ou comercial.

Informações completas: http://www.correios.com.br/institucional/conheca_correios/acoes_cidadania/acoes_cidadania.cfm (ao carregar a página, clique no menu à esquerda, nas opções "Ações de cidadania", e em seguida, "Papai Noel do Correios".)

20 de nov de 2009

Criança desaparecida! Urgente?

Recebo, volta e meia, mensagens sobre desparecimento de crianças, entre outros de utilidade pública, que pedem para ser repassados ao maior número de pessoas possível.

O mais recente - ontem - transmite o apelo de um pai que procura sua filhinha desparecida. Como já vi de tudo na Internet, uma simples busca no Google digitando o nome do pai, da menina e do assunto, "desparecida", me revelou que a garotinha já tinha sido encontrada... em 2005!

Eu diria que é indispensável usar Internet e e-mail para comunicacões de desaparecimento de pessoas, entre outras coisas muito importantes, mas a velocidade e a eficiência com que se comunica a resolução de tais problemas é lamentável. Este, por exemplo, já foi resolvido há 4 anos e ninguém se preocupou em comunicar isso, nem mesmo os sites da web que publicaram o desaparecimento da menina. Isso também ocorre na imprensa escrita, infelizmente.

Agora, sabedores disso, façamos a nossa parte, completa: Comunicando/encaminhando/repassando um problema, mas também a sua solução, quando e se ocorrer. Para saber se o tal problema já foi resolvido ou não, ou mesmo se se trata de um boato (hoaxes, coisa muito comum, também), faça uma rápida busca no Google escrevendo os nomes e/ou assuntos envolvidos, e veja algumas das páginas com as respostas da busca, antes de encaminhar para todos os seus contatos.
E, caso encaminhe, evite aquela longa lista de e-mails de gente que você nem conhece, mas que acompanha as mensagens que você envia ou recebe: em vez de mandar com cópia (CC) para seus contatos, mande com cópia oculta (CCO) para que o(s) destinatário(s) principal(is) da mensagem não saiba(m) que vc enviou também para os endereços de e-mail constantes nesse campo (CCO).

12 de nov de 2009

Massa e drogas: "Droga não deve ser ruim..."

"Muitos que conheci entraram nas drogas, assim como eu poderia ter entrado, mas para que eu devo experimentar algo que vai me fazer mal? Droga não deve ser ruim, porque se fosse ruim ninguém usava, mas você tem que saber que esse tipo de coisa não vai te ajudar em nada."

(Felipe Massa, numa entrevista para a Radio Jovem Pan em ontem,12/11/09)

Fonte: Redação Yahoo! Esportes


Muita gente caiu de pau em cima do piloto da Fórmula Um por conta desta declaração. Não vi nada demais nela.

Infelizmente, o brasileiro em geral tem dificuldade para ler e, consequentemente, entender. Daí decorre a má interpretação, e cada um a dá conforme seus próprios interesses.

O que um indivíduo considera bom (drogas lícitas ou ilícitas, chocolate, café, gordurinha da carne etc.) PODE trazer prejuízos à sua saúde. O prazer da utilização é DESTE indivíduo, e ele PODE ingerir a substância que desejar; mesmo que NÃO DEVA. Sua família PODE sofrer com as consequencias de seu ato.

Massa deixou claro que não usa pela sua própria saúde e pela sua famíla, e deixa implícito que , também, pela sua família de origem (pai, mãe, irmãos).
Mas não condenou quem usa, tampouco incentivou alguém a experimentar.

Esmiuçando...

"Droga não "DEVE" ser ruim..."

"...mas para que eu devo experimentar algo que vai me fazer mal?"

Muitos pais não tocam neste assunto em casa "para não despertar a vontade" de seus filhos, mas não sabem o que suas "crianças" andam fazendo, "lá fora". Equivale a não pronunciar a palavra "câncer" para não contrair a doença.

Lembro-me daquela piada dos galos de briga:

"Numa cidade do interior, um viajante, sem ter o que fazer, foi assistir as tradicionais brigas de galo. Por não entender nada do assunto, pediu ajuda a um homem ao seu lado.
- Por favor, qual é o galo bom, o branco ou o vermelho?
- O galo bão é o branco!
O viajante por mais que depressa, apostou tudo no galo branco. Com 30 segundos de briga, o galo
vermelho arrebentou o galo branco. Foi aí que o viajante reclamou:
-Pô! Eu perguntei qual era o favorito e o senhor me falou que era o branco!
- Não sinhô. O sinhô perguntô quar era o galo bão. E o galo bão é o branco.
Se o sinhô tivesse perguntado quar era o marvado..."

O apostador não soube perguntar e o que deu a dica só respondeu o que foi perguntado. Cada um interpretou ao seu bel prazer.

9 de nov de 2009

Um "pouquim" do futebol carioca

Torcedores cariocas, sejamos otimistas, mas Fluminense, Botafogo e Vasco ainda têm que melhorar MUITO pra festejar algo, de verdade. Voltar da série B ou escapar da degola da série A é o MÍNIMO que times que se consideram grandes, com as torcidas que têm, devem fazer. Por enquanto, só o Flamengo está mostrando um bom serviço, assim mesmo depois de um sufoco inicial.

Ou seja: o empenho e a capacidade que estão mostrando somente agora, deveriam ter tido e mantido desde o início!
Jogando só um pouquinho, terão sempre resultados pequenininhos...

5 de nov de 2009

Geisy Arruda, a "Maria Madalena" do século XXI


A estudante de Turismo da UNIBAN, Geisy Arruda, foi ofendida, cercada e intimidada por vários de seus colegas no campus da universidade, por conta da roupa ousada que vestia. Aos gritos de "prostituta! prostituta! prostituta!" (a linguagem falada foi mais coloquial do que esta minha, escrita), a turba ensandecida a seguia, até que a polícia, acionada, fosse lá retirar a jovem das garras das feras incontroladas. Isso aconteceu na semana passada.

Isto aqui aconteceu há mais de dois mil anos: “Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério, fazendo-a ficar de pé no meio de todos e disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério. E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? (...) Jesus se levantou e lhes disse: aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. (...) Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até os últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: mulher, onde estão teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela, ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus, nem Eu tampouco te condeno; vá e não peques mais".
O Evangelho Segundo João - capítulo VIII

Antes de mais nada, estou ciente de que a mulher adúltera da passagem acima e Maria Magdalena, segundo a história bíblica, não são a mesma pessoa. No entanto, frequentemente, são confundidas pelos leigos. Maria Madalena era uma prostituta que, arrependida de seus pecados, foi salva por Jesus; a própria Igreja a estigmatizou como uma mulher promíscua, devassa. Foram precisos 1.378 anos para que o Vaticano corrigisse essa afirmação, em 1969. (fonte: http://www.misteriosantigos.com/jesus_mmada_davinci.htm)
Além disso, penso que o que Geisy faz de sua vida é assunto dela. Ela poderia estar roubando, matando, alimentando o tráfico de drogas e armas, desviando verbas públicas... mas, me parece, seu "crime" foi apenas o de ser uma "loira gostosa usando um provocativo vestido vermelho". Sendo assim, ninguém tem o direito de lhe jogar pedras.

Crenças religiosas à parte, o que quero ressaltar aqui é o atraso em que alguns de nossos companheiros de jornada terrena ainda insistem em viver. Numa época – e, no caso, num ambiente acadêmico - em que se defende tanto a tolerância para com as diferenças, em que se discutem tanto as liberdades individuais, infelizmente ainda existem algumas pessoas que pensam e agem como se estivessem vivendo VINTE SÉCULOS atrás, mas que se acham modernas, "descoladas", cabeças-abertas. Vão para suas baladas, beijam várias bocas diferentes na mesma noite, bebem e dirigem irresponsavelmente, dispensam o sexo seguro, entre outras coisas. Aí, resolvem escolher alguém para atirar as pedras moldadas com as suas frustrações. E ainda encontram várias “vaquinhas de presépio” para acompanhá-las, por “pura” diversão.

Todo cuidado é pouco. Nesse exato momento, uma ou mais dessas pessoas podem estar sentadas ao seu lado, na faculdade, no shopping, na balada, só esperando um vacilo seu, para mostrar toda a hostilidade de que são capazes, todo seu atraso evolutivo. Pior que isso? Só se uma delas for você.

Sugestão para os atrasadinhos: usem essa energia para lutar por algo mais justo e importante socialmente; reúnam-se, vão para as câmaras e assembléias, para o Congresso e o Senado, para os tribunais, e exijam a moral, os bons costumes, a ética e o respeito daqueles que nos esculacham o tempo todo, que fazem o que querem com o nosso dinheiro. Isso, eu apóio; mas sem violência.

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26 de out de 2009

"Seja educado no trânsito como você é na sua vida." Mas...



A campanha publicitária feita pela Artplan para o DENATRAN é oportuna. Porém, muita gente não é educada na própria vida, e não será diferente no trânsito. Então, a princípio, pensei: "Isso não vai funcionar!"
Pensei melhor, depois. Se pelo menos uma dessas pessoas, a partir da campanha, começar a refletir sobre suas atitudes na vida e no trânsito e operar mudanças, já terá valido a pena.

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15 de out de 2009

Meus Mestres

A primeira sensação que vivenciei relativa à escola não foi agradável. Lembro-me de, ao retornar à minha casa, ser recebido com alegria por minha mãe, mas um tanto ressentido por ter sido levado e deixado por algumas horas num lugar estranho, com um monte de estranhos - Sim, nunca havia visto a professora nem as outras crianças; estranhos, portanto.

Com o tempo, cresci; e tive a oportunidade de aprender muita coisa com um monte de gente, simpática ou não, dedicada ou não, estranha ou não. Mas o que é o aprendizado senão isso? A gente só cresce, aprende e apreende com as experiências vividas, e é impossível fazer isso sozinho ou somente com quem a gente gosta e/ou admira. Hoje sei que professores são gente como a gente, que detém alguns conhecimentos a mais que nós, mas que também estão no seu processo de crescimento na vida, e isso não acontece somente nos bancos das instituições de ensino, na educação formal.

Escrevendo este texto, lembrei de muita gente que me ensinou e ainda ensina lições importantes (mesmo sem serem profissionais da educação!).

Porém, como hoje é o dia dos mestres, reverencio especialmente alguns professores, que hora me lembro, e por quem tive/tenho grande apreço e respeito (Que os demais não se sintam injustiçados):

"Tia" Ana Maria Orofino - E.M. Eunice Weaver, anos 70 (Ensino Básico)
Regina (Diretora), Elza (História), Wilza (Português), Gerson (Ed. Física), Ricardo (PQI) - C.E. Brigadeiro Schorcht, anos 80 (Ensino Médio)
Carlos - Liceu de Artes e Ofícios (Desenho Publicitário)
Edyr (Sociologia), Ariosvaldo (História da Comunicação) - UVA, anos 90 (Comunicação)
Amaro, Izabel Romero, Jorge Cruz, Lília, Paulo Ribeiro, Zuzarte - UGF anos 90 (Comunicação)

Obrigado por ajudarem a me tornar uma pessoa e um profissional melhor.

E que o maior Mestre de todos continue ajudando a todos nós em nossa caminhada evolutiva.

"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta,que me insere na busca, não aprendo nem ensino".
Paulo Freire

14 de out de 2009

Aberta a temporada de caça aos Invasores de Bolsos.

"Temporão defende CSS: não há outra 'proposta milagrosa'
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, voltou a defender nesta terça-feira a regulamentação da Emenda 29, que prevê a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS), tributo que substituiria a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para custear despesas da área. A proposta está em tramitação na Câmara dos Deputados."

Fonte: Terra notícias 13 de outubro de 2009 • 16h50 • atualizado às 20h15

Ministro criativo, esse. Finalmente, mostrou ao que veio: mostrar sua 'inaptidão para o cargo'. Milagres não existem, Sr. Ministro. Nem Jesus fazia milagres, Ele “apenas” sabia manipular os recursos e os conhecimentos de que dispunha em favor dos mais necessitados. Obviamente, ninguém espera isso de simples mortais como nós mas, pelo visto, nem conhecimentos para operar esse milagrezinho da Saúde os que defendem esta idéia dispõem. Mas o pior não é a sua agora comprovada “inaptidão” para o cargo, mas o despreparo de quem o sugeriu e o colocou neste Ministério. Resumindo, problema de má-gestão.
Não esqueçamos, porém, de que somos nós, eleitores, que colocamos direta ou indiretamente estes invasores de bolsos no poder. Se você for contra mais este imposto sem fundo, verifique se seus candidatos, eleitos ou a eleger, são favoráveis a ele; se forem, faça um favor aos demais brasileiros: não vote neles nas próximas eleições.

A minha sugestão, já que não acredito em milagres da forma como algumas religiões os apresentam, é que os recursos para a saúde podem vir das seguintes fontes:
  • Redução do número de vereadores (o congresso, recentemente, criou mais 7,7 mil vagas!), deputados estaduais e federais e senadores. Baita economia!

  • Aumentar os impostos sobre cigarros e bebidas alcoólicas (não vou explicar os diversos prejuízos que ambos causam ao cidadão e à nação; pesquise pela web.)

  • Criação de uma loteria com recursos voltados exclusivamente para a saúde. Quem jogar terá a “certeza” de que os recursos arrecadados reverterão em seu próprio benefício, quando e se precisar. Como alternativa, poderiam ser utilizados utilizar recursos das loterias já existentes.

  • Liberação de bingos e cassinos no país, com taxação exclusiva para a Saúde.

  • Criar imposto de 40% sobre o salário de parlamentares e ministros, sobre verbas de gabinete e outras verbas, como auxílio-paletó. (Mesmo que eles resolvam aumentar seus salários ou suas verbas, para compensar, isso reverterá para a saúde pública! Como este dinheiro sai de nossos bolsos mesmo, acho que o povo não vai se importar.)

  • Destinar para a Saúde maiores recursos provenientes do pre-sal.

  • Leiloar todas as propriedades abandonadas de todas as esferas de governo. (Há uma infinidade de prédios públicos abandonados, cujo espaço serviria para habitação de baixa renda ou indústria, movimentando a economia e a arrecadação de... impostos!)

  • Tomar conta –de verdade- do dinheiro destinado aos projetos e construções para a Copa do mundo e as Olimpídas. (O recurso não é direto, mas por si só já será uma tremenda economia de um dinheiro que poderá seguir para a Saúde.) Isso pode ser estendido à vários outros projetos, municipais, estaduais e federais.

  • Reforma política urgente. Se esses políticos não conseguem enxergar ou dar novas soluções para antigos problemas, é sinal que já estão todos ultrapassados.
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25 de set de 2009

Blog premiado!

Volta e meia este fantástico e humilde blog (bem como este pseudo-escritor), recebe algum prêmio virtual, e resolvi abrir uma galeria -na verdade, este post- para agrupá-los, já que não dá para pendurá-los na parede de casa.
Antecipadamente, gostaria de agradecer aos meu leitores pelo prestígio (também gosto de meio-amargo, ok?) e pelo incentivo, agradecer ao meu irmão, que me emprestou o terno para eu poder comparecer às premiações, agradecer à vida, que me abastece de histórias que posso compartilhar aqui, à minha família - os presentes e os já ausentes fisicamente, e sobretudo a Deus, por eu poder estar desfrutando de tudo isso.
Obrigado!
 


O selo acima,
"Seu blog é muito fofinho", ganhei de minha amiga Ju Foch, do blog
http://juenfrance.blogspot.com

Adorei esta lembrança de minha amiga Izabel, do blog
http://memoriasdevidaspassadas.blogspot.com/



Recebi este de minha generosa amiga Izabel, do blog
http://memoriasdevidaspassadas.blogspot.com/

Valeu, Izabel!
P.S.: Não sou fã do Garfield, mas a carinhosa lembrança foi aceita!


Este, também de Izabel, do blog Viajantes na Linha do Tempo

Como bom curioso, procurei saber mais do prêmio, mas não encontrei nada além do que já se sabe:

"Com o Prêmio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais etc. que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras.Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web."

24 de set de 2009

Petições públicas: Será que adiantam?

Recebi via e-mail dois links para sites que contém petições públicas:

O primeiro, pela auditoria independente do software nas urnas eletrônicas e pela impressão dos votos dos eleitores, o que permitiria uma conferência dos votos para se evitar fraudes. Mais detalhes em http://www.peticaopublica.com/?pi=UE2009BR

O segundo questiona a uma escolha "equivocada", essencialmente política, de um membro titularmente despreparado para o Supremo Tribunal Federal (STF); esta, acessível em http://www.petitiononline.com/br092009/petition.html

Se elas vão resultar em algo, não faço idéia, só o tempo dirá. O tempo e a participação popular, já que uma só andorinha não faz verão algum.

Se você acha que o verão merece, junte-se à outras andorinhas, então.

Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente...

Recebi de alguns amigos um interessante e-mail contendo esta frase atribuída a Eça de Queiroz:
-Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão.

Eça nunca esteve no Brasil, nem viveu nesta época; mas é tão atual...

A msg traz, de quebra, mensagem complementar -uma súplica-manifesto- que diz:

"NÃO REELEJA NINGUÉM - O ÚNICO JEITO DEMOCRÁTICO DE MORALIZAR E DAR DIGNIDADE AO CONGRESSO BRASILEIRO"

Faz sentido para você?

11 de set de 2009

Sirene X buzina: Você sabe a diferença?

Creio que qualquer pessoa leiga saiba a diferença básica, além do som que cada uma produz: A primeira, destinar-se-ia à utilização em veículos de socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, DESDE QUE ESTIVESSEM NO EFETIVO ATENDIMENTO DA URGÊNCIA OU EMERGÊNCIA; a segunda, embora também equipe estes veículos, é equipamento de série nos demais, e deveria servir para advertir pedestres ou condutores de outros veículos, desde que utilizada com um simples e breve toque.

Qualquer pessoa sabe como se utiliza uma buzina, na prática, no nosso caótico trânsito. Mas tenho observado nas ruas a utilização de sirenes, por parte de alguns motoristas daqueles primeiros veículos, como se fossem buzinas, com o simples propósito de abrir caminho e levar vantagem no trânsito. Estariam em serviço, não fosse o fato de que, ultrapassados os demais veículos, as sirenes são desligadas. E não é só isso: outros abusos acontecem, como estacionar e fazer manobras arriscadas em lugares proibidos (as chamadas bandalhas). A prioridade, embora legal, anda sendo confundida com o autoritarismo. O Código de Trânsito Brasileiro anda sendo esquecido, ou não foi aprendido por estes motoristas, e diz o seguinte:

“CAPÍTULO III - DAS NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA
Art. 29.
VII - Os veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de trânsito e as ambulâncias, além de prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, estacionamento e parada, QUANDO EM SERVIÇO DE URGÊNCIA (...).
c) O USO DE DISPOSITIVOS DE ALARME SONORO E DE ILUMINAÇÃO VERMELHA INTERMITENTE SÓ PODERÁ OCORRER QUANDO DA EFETIVA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE URGÊNCIA;”

Partindo-se, então, do princípio que a prática abusiva estimula reações contrárias, os motoristas de outros veículos, na dúvida se o condutor de uma viatura estaria realmente prestando um serviço ou apenas tentando se livrar de um congestionamento ou sinal fechado, optariam por dar ou não passagem a tais veículos. Seria o caos total, e possíveis vítimas reais teriam seu atendimento comprometido. Já tive a oportunidade de estar numa ambulância, como acompanhante da vítima, e pude constatar, numa circunstância de real necessidade, como estes veículos não são respeitados por outros motoristas, talvez pela desconfiança de que a ambulância não estivesse realmente a serviço. Mas é bom lembrar que, com relação ao papel dos outros motoristas, no mesmo artigo e no mesmo inciso encontramos:
“a) quando os dispositivos estiverem acionados, indicando a proximidade dos veículos, todos os condutores deverão deixar livre a passagem pela faixa da esquerda, indo para a direita da via e parando, se necessário; "

E para não dizer que não falei nas buzinas, deveria haver nelas um sistema de bloqueio com temporizador de um segundo, e que só se pudesse buzinar novamente depois de uns cinco minutos. Semelhante ao esquema do cartão de passagem de ônibus, que só pode ser usado novamente depois de cerca de meia hora após o pagamento da passagem. Ninguém agüenta tanta buzina! O “cara” da frente não pode passar por cima dos outros veículos; o trânsito não vai fluir mais rápido só por que alguém resolveu esquecer a mão na buzina. Geralmente, num semáforo, quem buzina está lá atrás da fila de veículos, ou então é o segundo, e pensa que o da frente vai correr por sua causa: eu, estando na “pole position” pelo contrário, arranco mais devagar somente para irritá-lo. Mea culpa, mas cada um irrita os outros com as armas que tem. Não quer pegar trânsito, saia mais cedo, ou mais tarde. Simples assim.
Sobre o uso da buzina, o CTB diz:
“CAPÍTULO XV - DAS INFRAÇÕES
Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções do CONTRAN, sendo o infrator sujeito às penalidades e medidas administrativas indicadas em cada artigo, além das punições previstas no Capítulo XIX. Parágrafo único. As infrações cometidas em relação às resoluções do CONTRAN terão suas penalidades e medidas administrativas definidas nas próprias resoluções.”
“Art. 227. Usar buzina:
I - em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos;
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto;
III - entre as vinte e duas e as seis horas;
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização;
V - em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo CONTRAN:
Infração - leve; Penalidade - multa.”

O artigo 161 vale também para o uso indevido das sirenes, pelo que entendi.

Para finalizar, e dizer que não ando imaginando coisas: ontem mesmo eu caminhava por uma movimentada rua no centro do bairro, observando uma formosa loira que seguia à minha frente, quando ouvi duas breves e leves buzinadas dirigidas à donzela. Era uma viatura da polícia militar, com dois elementos fardados, que a fitaram no melhor estilo “e aí, gatinha, tá de bobeira?” Ela, pelo que pude perceber, os ignorou. Mas... Estariam eles em serviço?

Fontes: Código de Trânsito Brasileiro (http://www.denatran.gov.br/ctb.htm)

10 de set de 2009

Esse Blog é Show!!! Bem, pelo menos alguém acha...


Recebi de minha generosa amiga Izabel, do blog
http://memoriasdevidaspassadas.blogspot.com/

Valeu, Izabel!
P.S.: Não sou fã do Garfield, mas a carinhosa lembrança foi aceita!

Marketing agressivo e assédio moral na F1

"Piloto admitiu batida proposital no GP de Cingapura/2008, em depoimento à FIA."

Antes de "meter o pau" no rapaz, um convite à reflexão:
Quem ganhou com isso? Seu "manager" e diretor da equipe, a equipe -uma famosa marca de veículos, a empresa - fabricante dos veículos, o primeiro-piloto, que disputava o campeonato, ou o protagonista do acidente, que queria garantir seu emprego pela confiança dos patrões? Tentarei responder adiante.

Mas achei o tema interessante: Essa de garantir o emprego atendendo aos caprichos ou ao mau-caratismo de patrões insanos, eu achava que era coisa somente de gente comum (este conceito é diferente nas altas esferas de Brasília!), que tem que defender o pão de cada dia e às vezes comete mesquinhos deslizes por mixarias (isso, geralmente, só se percebe com a maturidade).

Uma historinha curta, para exemplificar: Há muitos anos, um rapaz folheava um jornal, quando encontrou um anúncio de emprego, não um emprego qualquer, mas um emprego no qual ele queria trabalhar, já que tinha talento pra coisa e uma mínima experiência profissional. Conseguido o emprego, estava bastante contente; já havia até feito uma boa amizade com uma das secretárias. Porém, com menos de dois meses de casa foi chamado pelo patrão (o dono da empresa). O fulano, um conhecido campeão de vôo livre, pediu ao novato que se afastasse da secretária por que ela, também nova na casa, havia engravidado (do marido dela!); de algum modo ele se sentia traído, profissional e/ou pessoalmente, e seu vingativo objetivo era isolá-la na empresa, deixando-a sem amigos, sem contatos, talvez para que ela pedisse demissão.
O que você faria no lugar dele? Encararia o chefe e diria: lamento, mas não posso fazer isso, é contra os meus princípios, uma amizade vale mais que um emprego etc.? Pode ser. É fácil, quando se está de fora.
O rapaz, no entanto, cedeu (como outros funcionários) ao assédio moral. Mas, como uma criança que jura com os dedos cruzados nas costas, ele, deixou de falar com a moça somente no local de trabalho; fora de lá, contou-lhe o ocorrido e, pela franqueza, continuaram bons amigos.
A moça, com o tempo, foi afastada pelo patrão, sem deixar de receber seus direitos, até a demissão, passado o prazo legal pós-parto. O chefe, prosseguiu ganhando e gastando seu dinheiro, enganando seus sócios... E o rapaz?
Estou aqui, escrevendo este texto. Surpresa!
Fui fraco ao dizer sim quando queria dizer não, com certeza. Quisera voltar no tempo para negar aquela injustiça - não com relação à secretária, já que fui sincero com ela e continuamos a amizade, mas comigo mesmo. Como o tempo e os fatos não voltam mais, já me perdoei e aproveitei a lição.

Agora, voltando à fórmula um: Meter o próprio carro num muro em alta velocidade, antes de ser fraqueza, é insanidade; expor uma carreira promissora (quem garante?) a um escândalo desses, é aceitável face à imaturidade; para um senhor que expõe sua longa carreira de diretor e gerente na F1 é burrice e imaturidade; e para uma grande companhia, vincular sua marca à desonestidade, é prejuízo, na certa: "Se eles trapaceiam nas pistas, imagine nos seus produtos".

Ou seja, todo um trabalho de marketing de uma multinacional pode ser comprometido por um funcionariozinho que só queria ganhar a confiança do patrão e o seu pão de cada dia.

Atualizando
Esqueci de dizer:
Rubinho passou por isso:
- ou deixa o alemão passar ou ficará de castigo!
Garantiu a vaga no time e o salário, mas ficou mal com o Brasil inteiro.

O Alonso, curiosamente, estava nas equipes envolvidas em escândalos ou supeitas. E como um certo presidente de um país latino americano, ele também não sabia de nada.

E o Nelsinho, pensando melhor, não é coitadinho. Só abriu a boca por ter perdido o emprego. Caso contrário, ainda estaria lá, quietinho.

1 de set de 2009

O preço do exibicionismo

"Uma professora de educação infantil e alfabetização de uma escola particular de Salvador foi demitida depois de aparecer em vídeos postados no site "You Tube", dançando o pagode "Todo Enfiado".
(saiu na imprensa)

Qual a diferença entre se exibir num palco, para centenas ou milhares de pessoas, e esta exibição aparecer num vídeo na Internet?
Nenhuma, a meu ver. A proposta básica é aparecer para um montão de gente. Ninguém é ingênuo, hoje, de achar que vai passar despercebido ao se expor publicamente, e de que há grandes chances, com tantos celulares-câmeras por aí, do vídeo cair na Internet e de se espalhar. Principalmente quando a exposição provoca curiosidade popular e, mais ainda, por ser de cunho apelativo.
Achar que a vida seguirá normal após uma exposição deste tipo também é ingenuidade. Mas será que a perda do emprego, do qual se diz gostar, é consequência ou finalidade? Afinal, agora famosa, a professorinha poderá seguir a carreira artística, favorável à quem deseja exposição na mídia: provavelmente surgirão os convites de revistas e de produtores de filmes adultos. Num país onde o desemprego é um grande fantasma, a possibilidade de ganhar um bom cachê, para quem tem uma filha de sete anos para sustentar, é considerável.

Particularmente, entendo que a professora – como qualquer pessoa - tenha todo direito de se divertir nas suas horas de folga, da maneira que bem entender, se for ela mesma quem "paga suas contas e lava suas calcinhas" (Desculpe-me, leitor, mas não resisti ao trocadilho que tem a ver com o nome da “música”!); se isso não prejudica a ninguém além dela, deve ser respeitado. Mas este não é o caso, já que o lazer exacerbado dela, tomando a proporção que tomou, afeta muita gente, inclusive a sua própria filhinha.

Podemos dizer que o brasileiro tem memória curta - logo aparece outro escândalo no lugar, mas a Internet, não.
Cuidado com o que você faz, o vídeo ir parar na web, e os efeitos são quase previsíveis, mas não tem prazo de validade; e não dá para apagar o passado, principalmente na grande rede.

28 de ago de 2009

Por que Belchior tomou chá de sumiço?

Um motivo óbvio: nas chamadas do programa Fantástico, não era dito o nome do cantor, provavelmente por que quem redigiu as chamadas não sabia de quem se tratava - uma caso típico de falta de bagagem cultural, ou de cultura geral. Já vi em outras emissoras chamadas deste tipo, mas para falar de artistas bem menos cotados; só para manter certo suspense e garantir alguma audiência com DNAs requisitados por oportunistas.

Outro motivo, talvez ligado ao primeiro, é o esquecimento a que são relegados os maiores talentos da nossa MPB. A mídia explora à exaustão o que está na moda. E faz a moda. Nos programas globais, por exemplo, se revezam Ivetes, Daniéis, Leonardos, Zezés e Lucianos, Claudinhas, Brunos e Marrones e outros descartáveis mais facilmente. Nos programas não globais, funks e pagodes tomam conta. Nas rádios, o predomínio do espaço é o conteúdo evangélico (com todo respeito!), mas também o pagode e o funk; as poucas que tocam músicas "adultas", têm um limitadíssimo repertório, repetindo os mesmos sucessos o dia todo, todos os dias. Eu já enjoei, e prefiro ouvir meus emepetrês.
As exceções: na TV, o programa do raul Gil ainda presta homenagem aos cantores e compositores forçadamente aposentados pelo jabá dos moderninhos, e no rádio, a heroína da resistência aqui do Rio, a MPB FM, embora esta também tenha dificuldade em tocar algo além dos grandes sucessos dos nossos talentosos "esquecidos".

Tenho a impressão de que Belchior encheu-se tanta mediocridade, e como fez numa participação num recente show em Brasília, só vai aparecer quando quiser e, logicamente, onde queiram vê-lo. Não me espantarei se os Zé Ramalhos, os Fagners, os Guilhermes Arantes e alguns outros valorosos da nossa MÚSICA seguirem-lhe o exemplo.

Bom, o que tenho de mais animador para vocês, esquecidos e seus fãs, é dizer que as lonas cuturais (ainda) podem recebê-los de portas abertas.

7 de ago de 2009

O AA e o SAMU

Recebi a mensagem abaixo (não sei se o pessoal do SAMU está sabendo)*, a idéia é muito boa e oportuna, inclusive para os Bombeiros. Quem a criou e expôs merece um bom prêmio. Eu já havia imaginado a situação, mas não como resolvê-la.

(*) Hoje (19/04/2010) ficaram sabendo! Leia o comentário do Ministério da Saúde - sim, eles viram meu blog! - logo após a postagem. E ainda há um link para esclarecimentos. Não perca a chance de esclarecimento. Aproveito e destaco, em negrito azul, pontos importantes do que já estava escrito antes, tanto na mensagem original (entre aspas), quanto na minha análise.

"As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os feridos têm um celular consigo. No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem qual a pessoa a contatar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado. Para tal, o SAMU lança a idéia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contatos o NÚMERO DA PESSOA a contatar em caso de emergência.
Tal deverá ser feito da seguinte forma: 'AA Fulano' (as letras AA são para que apareça sempre este contato em primeiro lugar na lista de contatos, e Fulano, o nome da pessoa a ser comunicada). É simples, não custa nada e pode ajudar muito ao SAMU ou quem nos acuda."

Poréns:
1) Se os quimicamente dependentes já utilizam isto para chamar o AA (Alcoólicos Anônimos);
2) Se um cidadão que está acudindo o dono do celular resolver avisar outro serviço de socorro, pode gerar uma confusão de competências, como vimos recentemente na imprensa, entre SAMU e Bombeiros, e o acidentado não resistir à espera de quem irá ou não atendê-lo;
3) Os trotes de péssimo gosto, claro. Se seu telefone acabar de ter sido roubado, furtado ou perdido, ou se algum "amigo" seu aproveitar-se do seu descuido, o número do AA pode ser utilizado para brincar de matar alguém de susto;
4) O e-mail "original" pede para que se repasse a mensagem para outras pessoas. Se você receber algum, e for repassar, envie para uma só pessoa no campo "Para" e, para as demais, use o campo "CCO", prevenindo a disseminação de spams e outras pragas. Meus amigos que não fazem isso me perdoem, mas eu detesto receber msgs com o endereço de zilhões de pessoas antes da msg propriamente dita. Fora o fato que zilhões de pessoas também estão vendo meu endereço de e-mail.

6 de ago de 2009

Tá precisando de sangue?

Tomara que não. Mas já parou pra pensar que tem muita gente precisando, e que os bancos de sangue andam com dificuldade para atender tantos pedidos?
Não estou precisando, felizmente; mas imagino se isso acontecesse e não houvesse sangue disponível para mim. Não, melhor não imaginar...

Tirando aqueles que realmente não se importam com o semelhante (tenho certeza de que você não faz parte deste grupo!), justificativas não faltam para aqueles outros que PODEM ser doadores, mas não o fazem.

Há dois casos em minha família - um por cirurgia e outro por tratamento - necessitando de sangue. Parte da família já se mobilizou e fez/faz as doações necessárias e possíveis. Ok, pode-se dizer que minha família é grande; mas como ficam aqueles desprovidos de uma grande família ou de amigos, se os estoques dos bancos de sangue e dos hospitais - que vivem suplicando por doações - estão em baixa? Suplicam, "somente" para que ninguém - nós, incluídos - deixe de receber sangue, caso precise.

Creio que a pouca oferta de doadores se deve mais à falta de informação que de interesse. Sendo este o caso, vai uma pequena contribuição: http://www.hemorio.rj.gov.br/

Então, se você PODE ser doador, mas ainda não é, qual a sua justificativa?

19 de jul de 2009

Existe Justiça nesta Terra! (A minha primeira experiência)

Tenho recebido com frequência faturas para pagamento de cartões que incluem taxas de serviços não solicitados que, além disso, não me interessam. A solução parece simples: telefonar ou ir à loja para reclamar. No primeiro caso, normalmente sou orientado a pagar o valor excedente que será estornado (creditado) na próxima fatura; não há alternativa. No segundo caso, desloco-me até a loja (normalmente no dia do vencimento, para otimizar meu tempo), exponho meu não interesse pela tarifa indevidamente cobrada e ela é debitada da fatura, antes que eu me dirija ao caixa para o pagamento. Mas nem sempre as cobranças param aí: são cobrados encargos, no mês seguinte, em cima dos valores indevidos que não forem pagos. Os valores excedentes, quando foram pagos por mim, não foram estornados como determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC): em dobro.

Esta semana, após cinco meses e seis dias após ter entrado com pedido de indenização no Juizado especial, dois meses após a audiência de conciliação recebi uma pequena indenização (se comparada ao valor pedido por danos morais), acordada entre as partes: eu e um famoso banco que andou distribuindo prêmios em dinheiro num programa de TV das tardes de sábado, apresentado por um simpático narigudo; este banco é vinculado à maior rede de lojas de departamento de vestuário no Brasil. A simples proposta de acordo que partiu do representante do banco evidencia a culpa da empresa.

E o que você tem com isso?

Nada, se você não confere suas faturas e/ou não se importa em pagar por serviços que não solicitou, independentemente se eles lhe serão ou não úteis. É com você que certas empresas contam (ou melhor, com seu dinheiro). Você faz parte da lista branca*, aqueles que não as questionam.

Tudo, se você prefere pagar somente aquilo que deve, e não aceita pagar por algo que não solicitou e/ou que não lhe será útil nesse momento. Escrevo para estes, buscando incentivá-los a não "deixar para lá". Seus credores "pessoas jurídicas" são implacáveis quando você deve a eles, ainda que centavos, e cobram muito caro por isto. Se você os questiona, luta e derrota-os, entra para a lista negra* deles: aqueles cujo custo para tentar ludibriar não compensa financeiramente, e não valerá a pena tentar outra(s) vez(es).

Antes do processo no Juizado Especial eu já havia ido ao Procon, mas sequer recebi do banco uma promessa de devolução dos valores pagos a mais conforme reza o CDC. Por isso, aconselho ir direto ao Juizado - e só precisei comparecer lá três ou quatro vezes, incluindo a abertura do processo, a audiência de conciliação e o recebimento do mandado de pagamento. O andamento do processo pode ser conferido no site do TJ, na Internet.

É importante dizer que como eu fazia questão de que o CDC fosse cumprido, o acordo foi melhor do que eu esperava, mas muito aquém do que seria possível. Se fosse levado à instâncias superiores, poderiam passar anos até a conclusão do processo; o gasto com advogado não compensaria a causa; e, pior, havia o risco de um Juiz considerar que eu estava “querendo muito por tão pouco”, e me deixar com as mãos abanando. Entre "Olho grande não entra na China" (dito popular) e "A César o que é de César” (Jesus Cristo), fico com a cautela de um e a justiça do outro, e saio satisfeito.

Licença poética ao meu amigo Isquierdo, o Cláudio: “Tarefa para hoje: Examinai suas faturas; tome o que for seu e devolva o que não for.”.


(*) Listas branca e negra: apenas uma teoria minha, sem fundamentos técnicos e nenhuma conotação étnica.

Comentando comentários: "Grandes empresas, pequenos desprezos"

Em relação à postagem anterior, "Grandes empresas, pequenos desprezos", agradeço o comentário muito bem humorado e ironizado de Cláudio e a solidariedade de Alain; não estamos sós, meu caro Alain!


Recebi certa vez (com bastante atraso, é verdade...) a resposta de um diretor de uma importante sociedade médica brasileira, que não conseguiu me responder, objetivamente, ao que eu perguntara, objetivamente. Ficou no superficial, ou por desconhecimento do que fazia, ou para não se comprometer com uma simples questão.

Talvez o buraco seja aí: e-mails são documentos, que podem comprometer qualquer pessoa. Quem quer assumir responsabilidades, enquanto pode esconder sua incompetência ou sua má fé?

12 de jul de 2009

Grandes empresas, pequenos desprezos

É incrível como algumas ditas “grandes empresas” ainda utilizam mal sua comunicação via Internet. O que deveria ser um canal de comunicação interativo rápido e eficiente pode, em mãos inábeis, mostrar apenas o valor que tem o consumidor/cliente para estas empresas.

Cito dois casos recentes.

O primeiro, uma grande loja de produtos para casa e construção, com lojas em SP e no RJ, que também vende pela Internet. Particularmente, eu já tinha reservas quanto ao atendimento em uma de suas lojas no RJ, mas poderia ter sido apenas uma primeira impressão desagradável.
Pois bem: esta loja diz oferecer alguns cursos gratuitos, em parceria com seus fornecedores, nos quais se pode inscrever por um formulário no próprio site. Como me interessei por um deles, resolvi me inscrever para o curso pretendido, que seria em 4 de julho, na loja Barra da Tijuca. Preenchido o cadastro, a confirmação viria (e veio!) por e-mail, com data, horário, local e link para um mapa.
No dia do curso, lá estava eu; mas estranhamente, não havia ninguém na sala do curso, os funcionários do setor desconheciam o evento e me orientaram a procurar o SAC da loja para "saber de alguma coisa". Neste setor, disseram-me que não havia curso programado para aquele dia, na loja, e sim na loja Boulevard; na Barra, só na semana próxima. Voltei para casa decepcionado e conferi tanto a programação no site, quanto a confirmação que recebi deles, que não condizia com a informação que recebi na loja.
Questionei por e-mail, tanto a loja quanto o fornecedor/parceiro que realizaria o curso, uma famosíssima marca de tintas que patrocina um quadro de reforma de casa num programa de TV apresentado por um simpático narigudo, casado com uma linda e simpática loira, também apresentadora.
Então... Cinco dias úteis decorreram e ainda não recebi nenhuma satisfação de qualquer das partes, mas, “estranhamente”, começaram a chegar várias mensagens com ofertas da tal rede de lojas, cujo e-mail começa por "campanha@...". Provavelmente estes tais cursos são falsos, e o cadastro de inscrição para eles é usado somente para envio das suas mensagens publicitárias. Como se alguém enganado, como eu, ainda pense em voltar à loja para comprar alguma coisa. E ainda dizem que "Faz parte da sua casa. Faz parte da sua vida."...

E antes que alguém pense que minhas mensagens possam não ter chegado lá: quando uso um navegador que por algum motivo não completa o envio de formulário/mensagem, uso outro. E se este também falhar, uso o webmail com o endereço do destinatário; pelo menos uma destas tentativas funciona.

O segundo caso é o de uma famosa loja de departamentos de vestuário, "a segunda maior do Brasil, com 115 lojas", originária de Porto Alegre (RS). De minha primeira compra na loja - uma calça - soltou um pedaço, com menos de três meses de pouquíssimo (mesmo!) uso e apenas uma lavagem (à mão). A loja não vende pelo site, mas "oferece" este canal de comunicação com o cliente, o qual utilizei para pedir esclarecimentos sobre um possível conserto ou troca do produto,ainda que eu arcasse com alguma despesa, já que a garantia é de apenas 30 dias, segundo o CDC (Código de Defesa do Consumidor).
Embora o site mencione valores como "ética, qualidade de produtos, excelência nos serviços prestados, encantamento de clientes e comunicação fácil e transparente", passados também cinco dias úteis não recebi qualquer retorno. Esse deve ser mais um de “Todos os estilos”, que eles dizem ter.
Falando em “encantamento”, num dos depoimentos do site deles, um suposto colaborador diz ter movido todos os esforços para conseguir um boné do Batman para um homem adulto, "um ancião de 44 anos"! Eu até acreditaria na história, não fosse o precoce ancião. Mentirinha, falha na digitação, desinformação, desrespeito com os "um pouco" mais velhos... Ou uma mistura disso tudo?

Estes são apenas dois exemplos de como o consumidor ainda é visto pelas empresas, de qualquer tamanho, no Brasil: se há uma possibilidade real e iminente de compra, ele é bajulado; caso contrário, ou se já adquiriu o produto ou serviço, ele é sumariamente desprezado. Salvo, claro, alguns raríssimos profissionais que sabem que clientes satisfeitos são para "sempre", e fazem de tudo para não perdê-los já que, afinal de contas, mantém daí seus empregos e salários.

P.S.: Considero cinco dias úteis um prazo razoável para respostas sobre problemas.

Nota: Se as empresas a que me refiro pagarem bem, digo o nome delas... Caso contrário, confio na inteligência dos meus seis ou sete leitores.

27 de jun de 2009

Liberdade de informação, segundo Luis Ignácio

Desde pequeno ouço que a liberdade deve andar ao lado da responsabilidade. Agora, vem o presidente Luis Ignácio dizer que "o país nunca viveu um ambiente de liberdade de informação tão grande" e que "com o acesso cada vez maior à Internet, a imprensa tradicional está perdendo poder para os novos meios."
Hummm... isso me parece revanchismo; por que será? Prefiro não comentar para não baixar o nível da conversa. Prefiro sempre o nivelamento das coisas por cima, e não por baixo, como me parece, o governo está empenhado em fazer.

"Finalmente este país está tendo o gosto da liberdade de informação", disse ele em discurso no 10o Fórum Internacional Software Livre em Porto Alegre (RS). O que entende ele de informática e de Internet para tecer comentários à respeito? Será que aprendeu a falar sobre coisas que não entende com seus ministros, ou foram seus ministros que aprenderam com ele? Deixa pra lá..

"... a imprensa já não tem o poder que tinha há alguns anos. A informação já não é mais uma coisa seletiva em que os detentores da informação podiam dar golpe de Estado". Ainda não me convenci da real intenção dele; aliás, creio que a intenção dele e de seu governo é desacreditar a imprensa legítima, aquela que "futuca" - e encontra, por que existem - os podres de de seus coleguinhas de Brasília, que ele tanto defende, seja por ingenuidade, seja por "outro motivo".

Se para Lula qualquer blogueiro já pode hoje ser considerado jornalista, exercendo a sua tal "liberdade de informação", nenhuma informação será suficientemente confiável daqui para frente. Se hoje, com a "isenção" da imprensa tradicional a população já não sabe em quem acreditar, baixando o nível das informações* a confusão irá aumentar e o desinteresse pela política, diminuir. Sem a participação popular no processo político, ainda que distorcida e/ou influenciada, o governo ficará muito mais à vontade para "governar".

Tenho a sensação de estar presenciando a "ignorantização" moral e educacional do Brasil. É lamentável e inaceitável. Mas o que podemos fazer? Somos cento e oitenta e poucos milhões de cidadãos...

(*) Basta observar a utilidade da nova reforma ortográfica e o baixo nível de qualidade da maioria dos textos e de conteúdos que imperam hoje no jornalismo regulamentado.

Fonte: Reuters/G1

P.S.1: O nome do presidente foi grafado com base no seu próprio conceito de liberdade de informação, mas eu, pelo menos, assumo a minha responsabilidade sobre isso.
P.S.2: Se rolar uma vaguinha em Brasília para um blogueiro (que não pretende ser jornalista), para só falar bem do seu governo, eu aceito, presidente...

22 de jun de 2009

O fim da prisão especial no País

Mais uma "deles".

Até então concedido a pessoas com curso superior e autoridades, o benefício da prisão especial será concedido somente no caso do preso correr risco de morte, precisando ficar em cela separada de outros detentos.

NATURALMENTE, juízes, integrantes do Ministério Público da União e o presidente da república continuarão usufruindo desse direito...

A Lei não deveria ser igual para todos?

Ô raça, hein?! Depois querem respeito e credibilidade das "pessoas comuns"!

1 de jun de 2009

Caro Carioca, seja um turista em sua cidade (pagando bem menos!)

"O Projeto Carioquinha 2009 começa hoje. A ação é voltada para nascidos e moradores do Rio ou Grande Rio e reunirá mais de 100 atrações, entre pontos e serviços turísticos, hotéis e restaurantes. Com patrocínio da Secretaria Especial de Turismo/Riotur, o objetivo do programa é democratizar o acesso da população ao roteiro turístico do Rio e Grande Rio."

Saiba como usufruir e veja as atraçoes que fazem parte desta promoção, respectivamente, em
http://www.rio.rj.gov.br/
http://doweb.rio.rj.gov.br/sdcgi-bin/om_isapi.dll?infobase=01062009.nfo&jump=33.23&softpage=_recs#JUMPDEST_33.23

Fonte: Prefeitura do Rio de Janeiro / Secretaria Especial de Turismo

23 de mai de 2009

Coleções I

Já colecionei algumas coisas, hoje coleciono outras. Músicas são umas das minhas atuais. A partir de hoje Vou dividir com vocês algumas destas minhas preciosidades.

Músicas
Fui criado ouvindo música: No rádio, am e depois fm; na TV; no toca-discos e no toca-fitas ("cassete deck"); nas festinhas, nos almoços de domingo no Rancho das Fantas (lembro da colorida Índia Iara e o frisson que ela causava nos fãs) e nos jantares do Rancho Verde (adorava programar músicas naquela "jukebox"). Já crescidinho, comecei a dançar algumas delas (ia muito aos bailes da Jet Black, do Jacarepaguá Tenis Clube, e anos depois à "Discotéque" do Clube da Aeoronáutica, em cascadura). Tive também a minha fase instrumental, mpb - pausa importante: neste exato instante, no rádio, Lulu Santos canta "Descobridor dos sete mares" com um arranjo "inspiradíssimo" em "Disco Inferno", sucesso dos anos 80. Bem, onde eu estava? Ah! Mpb, Rock (clássico)... Ah, o Rock não, este é um caso de amor; sempre foi meu estilo preferido, acho que por não entender bem as letras em inglês... Rsrsrs.
Brincadeira à parte, o que me sensibiliza, na música, na verdade, é a harmonia. Tudo tem que combinar com tudo; se algo não "encaixa" perde a harmonia, e meus ouvidos rejeitam. Só compreendi isso ao tentar entender a poesia: sozinha, a poesia não mexe comigo, mas com música, ela pode ficar perfeita!
Na família, lembro somente de dois profissonais ligados à música: meu tio Henrique (esteja em paz onde estiver, tio), que já teve programa na TV no século passado - o Clube do Guri, e deu aulas de música por muitos anos; e meu primo Djalma, Luthier dos bons, segundo conta, lá de Nova Iguaçú.

Curiosamente, minha "formação" musical resumiu-se às aulas teóricas do "ginasial", à algumas tentativas de aprender a tocar algum instrumento (berimbau foi o que consegui tocar um pouco), e à participação por alguns anos como tenor no Acorde Para o Canto (Côro espírita de Jacarepaguá).

Ao longo dos anos, coleciono músicas que de algum modo fazem parte de minha história; nem todas são preferidas, mas ouço cada uma por algum motivo. Gosto e pescoço, aliás, cada um tem um! Ah! Esta coleção ainda não terminou, nem tem prazo para isto.

14 de mai de 2009

Análise da crise econômica para leigos

Se perguntarmos para a população em geral, nas ruas, qual é a solução para a crise econômica, todo mundo terá uma resposta bastante coerente, já que cada um luta todos os dias contra a sua própria crise econômica. Mesmo sem conhecimentos técnicos, só há uma solução: reduzir despesas e, tanto quanto possível, aumentar a receita para viver com alguma dignidade.

A decisão do governo em reduzir o IPI de alguns produtos pode colaborar para evitar o desastre maior de um desemprego em massa em determinados setores da indústria e, por conseqüência, do comércio. Com a redução, os preços destes produtos baixam, aquecendo-lhes as vendas e garantindo empregos e salários de muita gente.

Então, pergunta o leigo: Se impostos e taxas públicas de um modo geral fossem reduzidos, não teríamos crescimento econômico, fazendo do Brasil uma grande potência? Sim e não, responde outro leigo (no caso, eu mesmo). Outras condições são necessárias: o comprometimento do poder público em reduzir suas despesas (reduzir o número de vereadores, deputados estaduais, federais e senadores, bem como de seus respectivos assessores já seria um bom começo.); e os governos condicionarem a redução de tais impostos à geração de empregos por parte do empresariado, o que inibiria nestes um provável oba-ôba dos lucros exagerados (“Já que vou pagar menos impostos, vou embolsar o excedente dos meus lucros!”, diriam alguns.). Estes são alguns exemplos de como as coisas por aqui poderiam começar a funcionar direito.

Por outro lado, nós, “o povo”, também temos que fazer nossa parte, seja colaborando ao pensar mais coletiva e menos individualmente, seja exigindo das autoridades o cumprimento das leis ou até mesmo a modificação destas, se necessário; seja exigindo a nota fiscal da cerveja no bar (concordo que a carga tributária é alta para o comerciante, mas se você não pede a nota, ele não paga o imposto, embolsa o lucro e não te dá desconto algum!). Na verdade, o comprometimento é de todos. Cada um de nós é responsável, direto ou indireto, pelo crescimento ou pela degradação desta nação. Quando lembrarmos a todo instante que jogamos todos no mesmo time, o jogo será um pouco mais fácil e a vitória estará mais perto.

2 de mai de 2009

"Aquela doença" no "pinto"

Parece brincadeira, mas não é. Nem o título, nem o assunto.

As gerações mais antigas e menos esclarecidas evitavam falar na doença câncer. O receio era a possibilidade de, falando o nome, o indivíduo atraí-la para si.
As gerações mais antigas e mais educadas também chamavam o pênis de pinto. Aliás, para as crianças, até hoje, é chamado assim.

Como prefiro - e aqui posso - dar os devidos nomes aos bois, fá-lo-ei, já que a causa é importante.

O câncer de pênis pode ser muito agressivo, e pode ser necessário cortar fora parte ou todo o órgão, para ser tratado. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, 1.000 (MIL!) homens perdem o pênis no Brasil, anualmente, por causa deste tipo de tumor.

Sim, dá pra fazer um monte de piadas sobre isso! Fique à vontade, mas não deixe de previnir-se e/ou passar esta informação adiante, com a seriedade que ela merece.

Quer mais detalhes?
SBU - Campanhas

Could this be magic no segundo vagão do Metrô

Tenho o hábito de observar "tudo" ao meu redor; às vezes, prendo-me a um cabelo, uma roupa, um veículo, um animal, seja lá o que for. Sempre "procuro" algo ou alguém que me desperte curiosidade. Isso pode acontecer enquanto tomo um café, converso com alguém, ouço música, caminho etc.

Ultimamente, tenho ouvido muita música. Minha coleção de mp3 é vasta e eclética, e elegi algumas músicas para tocar no meu mp4 player (só uso até o "3": meu "esforça-te" não inclui assistir vídeos em miniatura), presente de uma amiga muito querida. Falarei destas músicas numa postagem próxima.

Embora atento, como disse, poucas vezes uma situação me chamou tanto a atenção como a da última quarta-feira, no trecho do Metrô entre a Central e a Cinelândia; acho que pela coincidência. Estava ouvindo umas músicas dos anos 50, quando notei um casal de idosos sentado no banco à minha frente, no exato instante em que comecei a ouvir "Could this be magic", uma bela balada romântica (sim, romântica, já que balada hoje significa outra coisa), do "Conjunto" (como diria uma outra amiga!) The Dubs. Chamou-me atenção a forma carinhosa com que o senhor, grisalho, esbelto e bem-vestido, conversava com a senhora, também grisalha, esbelta e bem-vestida. Seu braço direito passava suave por sobre o ombro dela, que ouvia o companheiro com atenção. Achei-os tão bonitos, ao som daquela trilha sonora, que esqueci todo o resto à minha volta e fiquei imaginando como eles teriam se conhecido, se eram casados de fato e de direito, se tinham filhos e netos, onde morariam, que bons e difíceis momentos teriam passado juntos... uma infinidade de coisas. Impossível não pensar também na minha família, em como foi possível eu estar ali, naquela cena, observando aquela outra cena bonita.

A sensação foi boa; sensação de vida vivida, com tudo a que cada um de nós tem direito (mas, às vezes, não quer ou não sabe que pode ter).

Não, a magia não terminou por eles terem descido algumas estações antes de mim. Segui meu caminho, ainda em boa companhia, dos anos 50 até hoje, indo encontrar com outros queridos amigos, indo encontrar comigo mesmo. Magia pura.

23 de abr de 2009

Metendo o pau no sexo

O título é propositalmente sensacionalista e de duplo sentido, mas a intenção é boa...

Minhas antenas captaram um trecho de conversa num programa de TV onde se falava da relação sexo X filhos. Dizia um dos convidados que os animais não podem evitar filhotes como conseqüência do ato sexual, mas os humanos, em geral, podem escolher se querem ou não evitar a gravidez.
O curioso é que, mesmo com esta possibilidade de escolha, tanta gente esclarecida ou não engravida acidentalmente.

Não tem jeito: o sexo entre humanos heterosexuais engravida. Fora as exceções, como aqueles que não podem gerar filhos pelas suas limitações orgânicas, todos estamos espostos à uma gravidez quando não utilizam algum meio contraconceptivo. Eu, inclusive: culturalmente o homem, por não abrigar o feto, bebê, criança etc., acha que quem engravida é a mulher, mas e a parte dele? Ele esquece; normalmente por que a mulher, por sua vez, também acha que o filho é só dela. Muitas sentem-se culpadas por não term evitado a gravidez, e quando o pai da criança não assume esta paternidade, ela não exige que ele arque com a sua cota de responsabilidade, deixando-o livre para continuar procriando por aí: "Não preciso dele, vou criar meu filho sozinha!". O que tenho visto por aí são pequeninos criados em precárias condições de vida, ou então ciados pelos avós. Estes pais e mães biológicos, livres daquilo que não queriam, mas não evitaram, prosseguem fazendo o que mais gostam e, provavelmente, não tomarão precauções.

O sexo é ótimo, todo mundo quer, todo mundo gosta, quase todo mundo pode. Porém, no "entra e sai" do sexo irresponsável, mais duas coisas devem ser consideradas entre pares hetero não comprometidos entre si: as possibilidades de se contrair e transmitir uma DST ou uma AIDS, e a da gravidez não desejada, que envolve uma criança que merece uma família, amor e respeito.

22 de abr de 2009

Humor negro - No dos outros é refresco...

Um avião monomotor caiu matando seus ocupantes, uma família que havia comprado o aparelho com o prêmio ganho na megasena. Eles seguiam para um velório. Havia indícios de que um raio abatera a aeronave.
Lendo esta notícia antiga no fórum de um site, encontrei e reproduzo aqui (citando a fonte!) alguns comentários extremamente non sense, apesar da seriedade do caso.

Primeiro um “bate-boca” entre dois participantes: um deles, sugerindo ao autor da postagem que usasse o bom senso citando a fonte de onde extraiu a notícia; o tal autor, por sua vez, respondendo: “Não ponho, não ponho e não ponho! :p”
Tsk, tsk. Tsk... Um sugerindo adultamente ao outro, que responde como uma criança rebelde.

Depois, os engraçadinhos e os que não sabem ler:
“Pobre é que nem lombriga... quando sai da merda morre... :p :( Triste..”
“Pqp, vai ser sortudo e azarado assim la no inferno.”
“caraca q triste isso pq eles IAM num VELÓRIO ... coincidência, não? :( Digamos q eles foram "a carater" :( Puta azar ”
“Piloto q eh culpado, burro e imundo.....!!”
“Puta azar hein! Tipo, vcs sabem qnts $$$ eles ganharam na mega sena? O herdeiro deve tah pulando d alegria! :)”

16 de abr de 2009

Acordo ortográfico: Bom para quem?

Tenho dificuldade com mudanças, sobretudo quando elas vêm de fora para dentro, quando sou obrigado a me adaptar a uma situação que não foi provocada por mim. Algumas delas são inevitáveis para a maioria das pessoas: a perda de um emprego, o afastamento de alguém querido do seu convívio, uma paraplegia... Entre as evitáveis, pode estar a nova reforma ortográfica, se o seu trabalho ou sua formação não dependerem de uma escrita correta.

Eu gosto de escrever, mas como meu trabalho não está diretamente relacionado à esta habilidade, pensei em ignorar o acordo entre os países de língua portuguesa. Mas, em nome deste prazer, vou cedendo aos poucos, o que não quer dizer que concordo. Encaro esta reforma como uma dessas mudanças empurradas goela abaixo. Ter de esquecer regras que levamos alguns anos para aprender, e simplesmente trocá-las por outras regras, sem uma utilidade convincente, não é sensato, e pelo que andei pesquisando meu raciocínio não é diferente do de muita gente especializada no assunto.

Numa reportagem de Filipa M. Ribeiro intitulada "Acordo ou desacordo?", para o site www.editonweb.com, Luiz Carlos Cagliari, docente no departamento de Linguística da Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) diz: "as reformas ortográficas têm sido feitas sem o conhecimento científico sobre o que é realmente a ortografia. É daí que resultam muitos equívocos". (...) Os argumentos a favor da reforma são "insuficientes". "Um deles é o que diz que a reforma vai «facilitar o uso da língua». Mudar a ortografia não facilita a vida de ninguém, porque a ortografia não representa a fala de ninguém. É simplesmente uma representação gráfica que permite a leitura", exemplifica.
No mesmo site, Paulo Osório, linguista e professor na Universidade da Beira Interior (Portugal) diz: "Quanto às implicações do novo acordo ao nível do ensino do Português, irá dificultar o ensino". (...) "Todos sabemos que o plano sintáctico é o mais complicado de ensinar e as mudanças previstas no novo documento irão provocar grande resistência por parte dos professores", adverte.

Sem considerar aqui as perdas e ganhos econômicos decorrentes, pessoais (jogarei meu dicionário fora e terei de comprar outro atualizado) ou empresariais (livrarias e editoras), sinto este acordo, do lado brasileiro, como uma tentativa de aproximar a linguagem escrita à falada, uma busca por simplificar nosso português; mas as incorreções ortográficas que leio e vejo no dia-a-dia estão se aproximando cada vez mais dos erros de pronúncia comuns nas camadas mais populares. Sem quaisquer preconceitos de minha parte, imagino que relação isso poderia ter com o abandono do ensino público e os altos índices de analfabetismo funcional, com as ações de inclusão digital nas comunidades carentes, e com o fato de termos um presidente da república semianalfabeto. Em outras palavras, por que não investir pesado na educação pública como ela realmente merece, e agora, em vez de ficar procurando (e empurrando-nos) soluções superficiais?

Uma calça velha, azul e desbotada

Sou do tempo em que uma "calça velha, azul e desbotada" era decorrência do seu tempo de uso. Hoje, já é possível comprar uma calça nova, mas com estas mesmas características e mais alguns puídos e rasgos. Só que mais caro que um jeans convencional que, aliás, não é tão fácil de encontrar. Os tamanhos também mudaram. Magros como eu, perderam a vez: os manequins estão maiores. Se antes haviam lojas de roupas especializadas em gordinhos, em breve haverá lojas voltadas para os magrinhos. Tomara, mas corremos o risco de, sendo exceção, pagar mais caro que os outros.
Gostaria de saber se esta mudança de padrão afetou também as mulheres; com tantas modelos semianoréxicas nos eventos de moda, será que a oferta de roupas para magrinhas tem aumentado?

5 de abr de 2009

Estamos aqui de passagem + Gratidão

Há alguns meses, numa tarde chuvosa de domingo, ouvi na rua uma batida seca, seguida de um “ai” bem alto e de um deslizar de pneus. Um ônibus havia atingido um motoqueiro; assisti de longe o motoqueiro deitado no chão, de capacete, mexendo-se um pouco; enquanto pessoas se aproximavam, pedi a minha família que estava dentro de casa acionasse os bombeiros para o socorro. Após a chegada deles, entrei para outros afazeres. Decorrido um tempo, fui ao terraço observar a cena novamente, e não pude deixar de ficar triste quando o homem permanecia no asfalto enquanto os bombeiros retiravam seus equipamentos e cobriam o corpo. Eu não esperava e nem estava preparado para este desfecho. Pensei de imediato na brevidade da vida. Num instante estamos aqui; no outro, podemos não mais estar. Não importa o motivo, quem bateu em quem (no caso, foi o ônibus que abalroou a moto); uma família perdeu um filho e/ou um “chefe”. O que podemos fazer nestas horas? Eu, faço preces, para o falecido e para seus entes queridos que ficam.

Por que ainda temos tanta dificuldade em lidar com algo inevitável?

Há poucos dias, minha mãe também partiu rumo a pátria espiritual. Creio, o que suaviza o momento que passamos (nós, a família) é a certeza de que fizemos “tudo” que nos foi possível para tornar seus dias melhores; e ela também fez sua parte. Tornando-se, por problemas de saúde, dependente no seu ir e vir (e, parcialmente, no seu pensar), pouquíssimas vezes a vi triste por causa disso. Nestas horas, eu contava alguma piada, fazia alguma palhaçada e ela ria. Outra pessoa viveria deprimida, mas ela sempre se manteve esperançosa aguardando dias melhores. Eu, por minha vez, acabei me limitando também, para não deixar que lhe faltasse o essencial: minha presença, meu “toque”. Abri mão de muitas coisas importantes para mim. Mas não me vanglorio disso; nem me arrependo. Reclamei muitas vezes, mas fiz o que ditava meu coração, em favor dela, mesmo sob as críticas de alguns (poucos), e sob elogios de outros (muitos, diretos e indiretos.)

Finda esta jornada dela aqui na Terra, só tenho a agradecer-lhe a vida, e a presença na minha vida durante os anos que estivemos juntos, particularmente naqueles momentos em que mais precisei dela.

Sim, sinto muita saudade. A separação dos que se amam, por mais esperada, é muito dolorosa. Mas é inevitável. A sensação de ter feito tudo que podia por ela me tranqüiliza e me traz o equilíbrio para enfrentar o momento, e seguir em frente.

Claro, não poderia de dizer o quanto uma formação religiosa me ajuda, e dou os devidos créditos a Deus. Ou ao Cosmo, se você preferir.

Mas quero aqui prestar minha homenagem aos meus queridos amigos. Todos me confortando, muitos se colocando a disposição para me ajudar no que eu precise. Infelizmente, este vazio que ficou nenhum de vocês pode preencher; mas fico imensamente feliz só em saber que vocês estão por perto (mesmo só em pensamento!). Obrigado, de coração, por estarem - e continuarem - comigo!