31 de jul de 2013

Governo pagará indenização a estudante esquecido em prisão... Mas quem o esqueceu lá, vai pagar quanto?

"Estudante 'abandonado' em prisão recebe indenização de US$ 4 milhões"

Funcionários governamentais erram, prejudicam pessoas, e quem paga as indenizações? O governo.
E de onde vem o dinheiro do governo?
De todo o povo, inclusive das vítimas e dos negligentes/inconsequentes.

Ou seja: aquele que erra, racha a conta dos prejuízos com todos os demais que não cometeram o erro.

Enquanto a responsabilidade devida e completa pelos erros "do governo" não for atribuída àqueles indivíduos que erram, nem eles e nem os demais precisarão tomar cuidado com os trabalhos que fazem.

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/07/estudante-abandonado-em-prisao-recebe-indenizacao-de-us-4-mi.html

4 minutos de banho diário foram por água abaixo...

Grandes rompimentos de tubulações da CEDAE... Em dois dias, todos os esforços dos ambientalistas - como poupar água tomando banho por apenas 4 minutos diários -  foram por água abaixo.
Isso, sem falar em uma vida perdida e alguns outros prejuízos materiais.
Mas, não desanimemos: No dia em que gente realmente competente e comprometida com a sociedade estiver à frente da administração pública, estas coisas se tornarão muito menos frequentes.

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/07/avenida-vicente-de-carvalho-rio-e-liberada-apos-conserto-de-vazamento.html

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/07/obras-proximas-adutora-podem-ter-causado-rompimento-diz-policia.html

29 de jul de 2013

De manisfestações, protestos, Papa Pop e JMJ no Brasil

Vendo a cobertura da Jornada Mundial da Juventude 2013 na TV e acompanhando mais de perto - mesmo sem ser católico - as visitas, entrevistas e pronunciamentos do Papa Francisco, passei a admirá-lo e reconhecer-lhe a especial importância como líder religioso e, por que não, político, do Planeta.

Definitivamente Francisco, o Papa, não surgiu para ser apenas mais um dentre seus antecessores; seu poder de liderança,
carisma, jovialidade, disposição e, principalmente, simplicidade, o tornam um poderoso agente de mudança de comportamento social, mudança esta que todos desejamos, mas poucos de nós acreditamos (até então) fosse possível, diante de uma minoria de homens que dominam política e economicamente as nações na Terra, roubando do restante da população a esperança e a capacidade de reação pacífica por dias melhores.

Nesta cobertura, fiquei especialmente impressionado com a vista aérea da praia de Copacabana, neste domingo, 28/07/2013, no encerramento da JMJ: um "mar" de gente que, em seguindo tudo o que o Papa Francisco nos fez relembrar (sim, aprendemos antes com Jesus, além de seus seguidores e de outras importantes figuras que trouxeram não só mensagens mas, principalmente, exemplos) para viver uma vida pessoal e em sociedade melhor, já nos realimenta a esperança de dias melhores neste planeta, seja para nós mesmos, seja para nossos descendentes.

Não é possível, nem admissível, que a força e a voz de tanta gente reunida PACIFICAMENTE num só propósito - no caso, o bem - seja menor do que a força de uma minoria voltada e empenhada no mal, nas suas mais diferentes formas.

Botemos fé, amor, solidariedade e ação em nossas palavras e atitudes, e mudaremos o mundo para melhor, aqui, agora e além.

26 de jul de 2013

Antídoto para as vergonhas do Brasil

Não devemos ter vergonha de nossas mazelas sociais perante o mundo, já que são nossas, e são reais... Mas podemos e devemos ter vergonha destes políticos que fingem que legislam e governam nossas cidades, estados e país, e no dia em que esta vergonha se transformar em participação política consciente da maior parte da população, estas mazelas não mais terão vez em nossa sociedade.

2 de jul de 2013

Em casa onde falta o 'pão', todos brigam e ninguém tem razão.

Aprendi com o tempo que não importa qual partido esteja na situação ou na oposição, se um governo é de centro, de esquerda ou de direita, e quem são os parlamentares, quando um povo (o povão, principalmente) sofre por desconhecer as próprias mazelas sociais e as suas próprias possibilidades.

"Em casa onde falta o 'pão', todos brigam e ninguém tem razão."

Nas questões sociais comuns, fico com o lema dos Três Mosqueteiros: 
"Um por todos, todos por um."

Mas enquanto a maioria pensar que é "cada um por si" ou "gosto de levar vantagem, certo?", tudo ficará como está.

1 de jul de 2013

A convulsão Espanhola na final da Copa das Confederações 2013

Pensei que veria um jogaço: futebol pra mim só tem graça quando as duas equipes jogam (e numa partida decisiva, se empenham muito mais) para vencer...
A "seleção canarinho" fez a parte dela, e deve ser parabenizada por isso.
Já a "fúria", a poderosa Espanha dos toques de bola mágicos e precisos, de Piquet, Iniesta etc. ... o que teria acontecido com ela? Convulsão de algum jogador antes da partida?

A falta de vontade dos jogadores espanhóis para vencer o jogo foi indigesta...

E antes que alguém ache que eu suspeite de mala preta ou mala branca: não acredito nisso. Há várias outras formas mais inteligentes e vários possíveis motivos para se manipular o resultado de qualquer coisa, inclusive de um campeonato de futebol, e principalmente quando há interesses de governos, de empresas internacionais e/ou de entidades que gerenciam e promovem grandes e lucrativíssimos eventos mundiais.

Grande parte dos brasileiros que apreciam e acompanham futebol e não engoliu ou digeriu bem aquele desempenho pífio da seleção brasileira diante de uma burocrática seleção Francesa na final da Copa do mundo de 98, não percebeu (ou não quis perceber) que aconteceu o mesmo com a Espanha na final desta Copa das Confederações. A única diferença, além do adversário, é que o futebol DESTA seleção brasileira não pode ser considerado burocrático.

Se, por um lado, "fizemos" "nossa" parte, por que diabos a Espanha não fez a dela, deixando de proporcionar a quem gosta realmente de futebol um belo espetáculo?

Quem deseja ver seu time ou país vencer adversários que não oferecem resistência, não gosta realmente de futebol, gosta apenas da equipe pela qual torce e ou de vencer a qualquer custo.