25 de out de 2011

Felicidade ou facilidade?

Ouvi, dia desses em uma palestra de Deuza Nogueira:

"A gente confunde felicidade com facilidade. A facilidade leva a gente à mesmice, e a mesmice não deixa ninguém feliz."

Uma das coisas mais sábias que já ouvi na vida. Acho que nem é preciso comentar, né?


Os grifos são por minha conta, mas a reflexão está liberada...

20 de out de 2011

3º SEMINÁRIO DE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO DA UERJ

Clique na imagem do cartaz para ampliá-lo.

Na próxima 2ª feira (24/10) ocorrerá o 3º SEMINÁRIO DE PREVENÇÃO DO SUICÍDIO DA UERJ - "Aspectos sociais e culturais na compreensão e prevenção do suicídio" objetivando promover uma ampla discussão sobre o tema suicídio para além da dimensão individual estabelecendo a dimensão coletiva e convidando a todos os segmentos da sociedade ao comprometimento para a questão, que nos dias atuais é considerada pela Organização Mundial de Saúde, uma questão de saúde pública, uma pandemia que exige toda a mobilização da sociedade.

Alguns dados importantes:
  • 1 milhão de suicídios/ano no mundo (esse número pode duplicar ou triplicar porque há uma sub-notificação);
  • A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo;
  • A cada 3 segundos uma tenta o suicídio;
  • É a terceira causa de mortes em indivíduos com idade entre 15 e 35 anos;
  • Nos últimos 50 anos as taxas aumentaram 60%;
  • Na suíça o número de jovens que se suicidam é maior que os que morrem no trânsito;
PARTICIPE! DIVULGUE! COMPROMETA-SE! VC PODE SALVAR UMA VIDA!

Fonte:
DESSAUDE
GVR-UERJ
Projeto UERJ Pela Vida - e-mail: uerjpelavida2011@gmail.com

19 de out de 2011

"Eu mereceria ganhar mais..." (Marco Aurélio, um cidadão brasileiro que se acha muito mais importante do que os outros)

“Eu mereceria ganhar mais”, diz ministro do STF

(fonte: Último Segundo)

Será que ele sabe quanto ganham, quanto trabalham e como vivem as pessoas que fazem com que o "pão" chegue à mesa dele todos os dias? Entendemos que as pessoas devam ter seus trabalhos valorizados, e que há muita gente preguiçosa ganhando sem se esforçar e sem se comprometer com resultados, mas também entendemos que todos devem ter as mesmas oportunidades de ascensão social.

"A cada um segundo suas obras", sim, mas sem esquecer que o seu trabalho 'importante e fundamental' só pode ser realizado com a ajuda direta e indireta de muitos outros trabalhadores importantes, que devem ser igualmente valorizados por isso.


Análise "sintética" - A frase correta do senhor ministro do STF poderia ser:

"Eu mereceria ganhar mais se trabalhasse mais, e se não houvesse tanta gente vivendo na miséria enquanto eu ganho 26 mil e setecentos Reais. Embora eu tenha tido boas oportunidades na vida, milhões de brasileiros não as tiveram; então, não somente eu e os demais servidores públicos, mas todos aqueles que trabalham nesse país e não conseguem o mínimo de conforto e dignidade para si e suas famílias com seus salários irrisórios, mereceriam ganhar mais."

18 de out de 2011

A História do homem que ouve Mozart e da moça que escuta o homem

Com minha amiga Adriana Zattar...

"
A História do homem que ouve Mozart e da moça que escuta o homem"

Sobre a incomunicabilidade nos dias de hoje, o drama narra a história de um homem (Roberto Birindelli) que, fugindo das sombras do passado, acaba numa hospedaria. No quarto vizinho, a "Moça ao Lado" (Adriana Zattar), para tentar atribuir sentido à sua existência, conserta bonecas. O encontro entre os dois personagens em situações extremas da vida revela novas possibilidades para ambos.
(Mais)

Texto: Francis Ivanovich / Direção: Luiz Antonio Rocha / Assistência de direção: Rose Germano / Elenco: Adriana Zattar e Roberto Birindelli / Figurino e cenário: Luiz Antonio Rocha / Iluminação: Antonio Mendel / Direção de palco: Cláudio Ricciardi / Contra-regra: Filippe Neri e Samuel Paes de Luna / Produção Executiva e Realização: Cia. Espaço Cênico / Duração: 1h / Classificação: 16 anos

24, 25 e 26 de outubro / 2011
18h 30min.
Teatro Noel Rosa - UERJ

Entrada franca

Os entorpecidos

A "humanidade" vem perdendo o real sentido desta palavra nos últimos tempos. A grande maioria das pessoas não dá mais valor ao outro ser humano, apenas às coisas e ao dinheiro. Por isso tanta falta de comprometimento com a vida e com o bem-estar alheio. O mundo entorpeceu-se pelo 'ter' e pelo 'poder'; não se enxerga mais o "Ser", nem em si mesmo, nem nos outros.

O pior disso tudo é que o governo ou uma empresa qualquer (de qualquer porte) são sempre apontados como os culpados pelas tragédias ou descasos de todo tipo. Esquecermos de que eles são formados por pessoas, iguais a nós ou um pouco diferentes, é muito mais cômodo e nos permite dormir à noite achando que somos todos justos e bonzinhos e que a responsabilidade pelo que acontece ao nosso redor é toda deles, e não nossa.


Um personagem de novela, escroque, tinha o bordão "Humanidade podre!". Eu achava graça. Agora, apenas lamento.

...

Felizmente, horas depois, vejo alguém com um antídoto para este veneno social:
O Inspetor Meirelles, do Espírito Santo, BR.

Brasil importa lixo hospitalar dos EUA. Tem algum empresário brasileiro por aí disposto a fazer o inverso?

Brasil importa lixo hospitalar dos EUA.

"Polícia encontra dez toneladas de lixo hospitalar dos EUA em Pernambuco"
(http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/10/policia-encontra-dez-toneladas-de-lixo-hospitalar-dos-eua-em-pernambuco.html)



Tem algum empresário brasileiro por aí disposto a fazer o inverso?

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Cuidado quando vc for botar a mão no bolso. Ele pode estar contaminado...

1 de out de 2011

Como evitar o endividamento de crianças e jovens na vida adulta.

Muito interessante este artigo. Vale conferir, se vocês se importam com o futuro financeiro de seus filhos.
(Clique no título para acessar o link.)



A forma como os adultos lidam com o dinheiro se deve, em grande, à educação financeira, ou à falta dela, que receberam ainda quando jovens. Pensando nisso, os pais devem se preocupar em educar financeiramente seus filhos, começando, antes de tudo, com a mesada. Esse recurso vai introduzir a criança no mundo financeiro e, quando ela entenda que "as coisas não caem do céu", o aprendizado se iniciará. Assim como não é simples para as crianças aprenderem a lidar com dinheiro, para os pais, ensiná-los também não é uma tarefa tão fácil. (...)