9 de dez. de 2014

Good and useful idea: The Selfind Project

Apesar do nome (e do título de minha postagem) em inglês, é um projeto "brazuca" bem interessante, que junta o "Selfie" e o "Find", visando auxiliar na busca por crianças e jovens desaparecidos.

Confira em selfind.com.br


Além de construir presídios (I)



Mais que construir presídios, é preciso torná-los úteis para a sociedade. Se, por um lado, faltam boa vontade e inteligência para realizar isto, por outro, não faltam bons exemplos, como este onde os detentos pedalam para gerar energia elétrica sustentável em uma cidade no sul de Minas Gerais. Isso mesmo, é aqui, no Brasil.



Fonte: Justiça em Questão

24 de out. de 2014

Qual o melhor candidato para você?

Qual o melhor candidato para você?

Nestas tão disputadas e peculiares eleições presidenciais de 2014, é bom refletir:

O melhor candidato é aquele...

Que pode atender às suas espectativas pessoais?
Que pode atender às suas espectativas familiares?
Que pode atender às suas espectativas profissionais?
Que pode atender às suas espectativas sociais?

Que não se envolva em escândalos?
Que abafe os escândalos?

Que possa aumentar o poder de compra dos mais pobres, desde que também aumente o seu?
Que possa aumentar o poder de compra dos mais pobres, independentemente do seu?

Que, por quaisquer meios, não permita às "pessoas diferenciadas" o acesso aos mesmos lugares e produtos que você dispõe?
Que, ao contrário, permita à estas "pessoas diferenciadas" o acesso aos mesmos lugares e produtos que você dispõe?

Em resumo, você tem todo o direito de escolher um candidato que possa governar de acordo apenas com os seus interesses particulares, mas não pode esquecer - como muitos de nossos presidentes anteriores esqueceram - de que um presidente eleito deve governar de acordo com os interesses de todos os habitantes do país, ou, pelo menos, da maioria destes habitantes... Agora, convenhamos: desde o "descobrimento" do Brasil a maioria não teve as mesmas oportunidades de poderes e de progresso  que a minoria teve.

Escândalos de corrupções? Para muita gente, "esclarecida" até, isso não é motivo para preterir candidatos: estão aí os "Maluffs"e os "Collors" para provar isso.

Não, não sou PTista, lulista ou dilmista, e nem, talvez, esquerdista. Mas ao contrário de muitos PSDBistas, Aecistas, FHCistas ou quaisquer outros direitistas ou neo-liberalistas, eu não me incomodaria com pessoas trajando bermudas e camisetas e calçando sandálias Havaianas sentadas ao meu lado num avião, ou usando iPhones iguais ao meu*, porém comprados em 10 vezes sem juros nas Casas Bahia.


(*) É só figurativo, na verdade eu nem tenho um, nem faço questão de ter só por que todo mundo tem.

26 de set. de 2014

Seis ou sete coisas para lembrar antes de votar em 2014

Antes de votar, é bom lembrar:

Da realidade da saúde pública, vista e sentida nas demoradas filas por exames e atendimentos, no despreparo e/ou na ausência dos profissionais, na falta de medicamentos, na insuficiência de leitos, na quase inexistente política de prevenção e tratamento aos dependentes químicos, e na precariedade de instalações e equipamentos.

Da realidade da Educação pública, vista e sentida na baixa valorização dos profissionais, na falta de infraestrutura - de materiais e equipamentos à merenda, na precariedade de instalações e, no fim das contas, na baixa qualificação educacional dos alunos, que têm ou terão problemas para para galgar sólidas carreiras no mercado de trabalho.

Da realidade da segurança pública, vista e sentida principalmente - mas não somente - nas periferias, nos assaltos de toda ordem em qualquer hora do dia, na demora na investigação dos casos que não recebem destaque na grande mídia, na corrupção dos agentes da lei, na falta de prevenção e/ou no pífio combate às drogas ilícitas.

Da realidade dos transportes públicos, vista e sentida nos problemas recorrentes e constantes, como os atrasos, os acidentes, a superlotação, o despreparo de profissionais, o decorrente caos no trânsito como um todo; e, principalmente na falta de fiscalização e punição aos infratores, cuja execução cabe ao governo e seus representantes.

Da realidade do planejamento urbano, visto e sentido no ineficiente planejamento que não contempla, verdadeiramente, moradia digna para a população de baixa ou "nenhuma" renda, e redução das ocupações em áreas de risco e em outros locais irregulares.

Da realidade da economia, sentida no bolso à cada pagamento de conta ou de compras no supermercado.

Quem não sente ou nunca sentiu na pele quaisquer destas questões ainda não resolvidas, provavelmente não levará nada disso em conta na hora de escolher candidatos.


É conveniente ressaltar que, na realidade, nada disto vem ocorrendo apenas nos últimos onze anos, como muitos querem fazer parecer: da Nova República para cá* (já são 29 anos), nenhum governo ou casa legislativa se interessou ou se empenhou em resolver estas questões tanto quanto se interessou em aumentar os próprios salários e regalias. Todos que passaram pelo poder nacional e/ou ou regional, portanto, têm a sua parcela de culpa pelos problemas básicos ainda não resolvidos deste país (como têm, também, méritos pelos poucos avanços).
Mas - verdade seja dita-, aquele que se apresentou como "a" solução e não fez nada muito diferente dos seus antecessores, foi o que mais decepcionou a parte razoavelmente politizada do seu eleitorado.



(*) Referi-me à "da Nova República para cá" (1985 em diante) simplesmente porque não tenho muitos parâmetros para analisar a política dos períodos anteriores.

27 de ago. de 2014

Questão de Lógica no pleito eleitoral fluminense...


Segundo algumas pesquisas de intenções de voto, um candidato - que já foi governador do Estado - venceria, hoje, com 28% dos votos.

Este candidato já passou por quatro partidos políticos e agora está nos quinto.
É acusado - juntamente com sua esposa - de desvio de verbas públicas estaduais para financiar sua campanha à presidência da república.
Foi condenado por formação de quadrilha junto com o ex-chefe de polícia de seu governo.
Foi considerado inelegível por abuso de poder econômico e uso indevido de meios de comunicação social em outro pleito eleitoral.

Um dito popular afirma que "errar é humano..."

Partindo das seguintes premissas:

Um novo mandato deste político no estado, seria um erro, e seus eleitores, portanto, humanos.
Um novo mandato seria persistência dos eleitores deste candidato.
O complemento deste mesmo dito popular, diz que "...persistir no erro é desatino."

Logo...

Os eleitores deste candidato são muito... persistentes!


(fontes: wikipedia, Globo.com, Terra TV )

19 de ago. de 2014

As eleições 2014 e um povo masoquista

"Líderes da pesquisas eleitorais no Rio de Janeiro apostam na desinformação e na baixa autoestima do eleitorado do Estado para vencer".

(Da série "Só isso explica esta tendência masoquista e retrógrada fluminense!")

18 de ago. de 2014

Nova temporada de "Gente de Vida Fácil"

Vai começar a nova temporada de Gente de Vida Fácil!

Um bando de lobos em pele de cordeiro tenta (re)ocupar cadeiras em várias casas espalhadas pelo país, em busca dos cobiçados prêmios: Poder e Dinheiro. Para entrar nessa disputa, vale tudo; e para permanecer no programa por quatro anos ou mais, só não vale trabalhar!

E a gente? Vai ficar só espiando, expiando...